segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Edição #90 da Revista LogWeb


Edição número 90 da revista LogWeb disponível em PDF para download. É grátis!!! Disponibilizada pelo site oficial da revista. Clique aqui para entrar no site da revista e fazer o download.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Aneel regulamentou internet via rede elétrica

Dando mais um passo no desenvolvimento tecnológico do Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou ontem (25/08) as regras para utilização da Power Line Communications (PLC), tecnologia que utilizará a rede elétrica como meio para enviar dados digitais. Segundo a Aneel, o consumidor ganhará não somente no conforto que a tecnologia trará, mas ganhará também na redução de custos por parte das concessionárias de energia, já que poderão obter receita adicional ao alugar as linhas para empresas de internet.

Fonte: http://br.advfn.com/

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Preço do Seguro de Automóvel Sofre Aumento de 10%

Mulher. Idade entre 20 e 25 anos. Utiliza um carro 1.0 equipado com travas e vidros elétricos, direção hidráulica e ar-condicionado para ir ao trabalho e à faculdade na cidade de São Paulo. Em março do ano passado, uma pessoa com esse perfil pagava R$ 977,57 na apólice do seguro do veículo.


A partir deste mês, pagará R$ 1.102,62. Nesse mesmo período, o preço de mercado desse automóvel despencou quase 20% - desvalorização média observada no segmento de usados. Esse é apenas um exemplo entre muitos, mas ilustra a atual política de reajustes do mercado segurador do País. Quem for renovar a apólice ou contratar um seguro novo, perceberá um encarecimento entre 8% e 10%, aumento confirmado pelo presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), Leoncio de Arruda.

Se na prática o valor mais alto já incomoda, psicologicamente tem efeito ainda maior. Com o início da Lei Seca, o mercado esperava queda de até 20% no preço das apólices, já que as seguradoras usam um percentual para reparo de colisões em torno de 20% do valor total. Entretanto, o impacto da nova lei sobre as estatísticas de acidente não foi suficiente para influenciar os preços dos seguros. “A Lei Seca não impactou, porque a queda no número de acidentes não foi significativa”, ressalta o diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alexandre Penner.

Sem fatores que amenizem os custos, o aumento da sinistralidade (índice de ocorrências) encarece os contratos. Segundo o diretor da corretora Maior Seguros, Juliano César da Silva, o mercado de automóveis tem índice de sinistralidade (que considera a relação entre a média de utilização do seguro e os custos que a empresa paga) entre 65% e 67%, mas chegou a 70% em julho. Isso significa que, para cada R$ 100 recebidos em prêmio, a seguradora pagará R$ 70 em indenizações aos clientes. Na prática, se o contrato com a seguradora cobre roubos, o preço da apólice é naturalmente impactado, porque os índices de roubo em diversos estados do país subiram.

No entanto, atribuir o aumento a apenas os altos índices de roubo é um equívoco, segundo especialistas. Entre os principais vilões do crescimento da taxa de sinistralidade está também o encarecimento das autopeças devido à falta no mercado de reposição. Segundo Silva, as montadoras não estavam preparadas para o forte aumento da demanda de carros novos, estimulado pela redução do IPI, e isso provocou a falta de peças no mercado de reposição. “Isso prejudica o custo, ou seja, afeta o sinistro”, observa Silva. Para o próximo semestre, o presidente do Sincor-SP afirma que não haverá novos ajustes.

Margem de lucro

Outro fator que ajuda no encarecimento dos seguros é a redução da taxa básica de juros (Selic). Como as seguradoras recorrem às operações financeiras para obterem lucro e tal ganho financeiro é refletido de acordo com as taxas de juros, com a queda da Selic as empresas perdem lucratividade. Para aumentar a margem de lucro, elas repassam tal perda para o preço do contrato. “O ganho operacional das seguradoras é ínfimo ou até não existe, em virtude da sinistralidade e dos custos administrativos. Então, a empresa compensa em ganhos e repassa o custo ao consumidor”, justifica o diretor da corretora Maior Seguros.

Reação do mercado

O valor do seguro não é afetado por insumos naturais da economia, como o aumento das vendas de veículos novos, mas as seguradoras são. O mercado de seguros de automóveis deverá crescer, em média, 10% nos próximos anos. Além do aumento da frota circulante, o que tem injetado ânimo nas seguradoras é a própria mudança de postura do consumidor. “De uma forma geral, a importância do seguro está cada vez mais sendo percebido pelo consumidor, o que é natural de uma economia estável. A questão da estabilidade da moeda possibilitou o brasileiro a se planejar”, observa o diretor da Susep.

"O aumento do preço das peças afeta o sinistro"


Ainda mais otimista, o presidente do Sincor-SP acredita que o crescimento deverá ser ainda maior neste ano, ao redor de 15%. Segundo ele, se em 2010 for confirmada a retomada do mercado geral, a expansão poderá chegar a 18%. “A carteira de seguro para automóveis está entre as que mais cresceram. Principalmente, porque em períodos de crise todo mundo quer garantir o seu bem”, diz Leoncio de Arruda. De acordo com levantamentos das entidades ligadas ao setor, 30% dos automóveis em circulação no país são segurados.



Fonte: G1

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Operários Matam Executivo Na China


PEQUIM - Um grupo de trabalhadores agrediu e atirou do segundo andar o diretor de uma companhia privada que pretendia comprar e cortar postos trabalho de uma siderúrgica estatal na qual eles trabalham, matando-o na hora, informou a imprensa chinesa.

O episódio ocorreu na última sexta-feira, mas só foi informado nesta segunda-feira, 27. A empresa fica na localidade de Tangshan, província de Hebei.


É a segunda tentativa da empresa privada Jianlong Steel Holding Company de comprar a estatal Grupo Siderúrgico Tonghua. Chen Guojun, o diretor da companhia privada, que ocupa o 150º lugar entre as 500 maiores empresas chinesas, tinha afirmado que demitiria os trabalhadores de Tonghua assim que a privatização ocorresse.


Os meios de comunicação local informaram que Chen liderava a delegação que informou aos trabalhadores da Tonghua, que ocupa o 244º lugar na lista, que a Jianlong compraria 65% de participação na firma e que cortaria empregos e que em breve a empresa se chamaria Chen.


De acordo com fontes policiais, o diretor da siderurgia privada chegou a dizer que dos atuais 30 mil trabalhadores restariam cinco mil, "o que enfureceu a multidão".


Fonte: Estadão

Restrição Não é A Melhor Solução


A maior e mais movimentada cidade do país, São Paulo, se tornou pesadelo para as transportadoras ou autônomos quando foi anunciado a Zona Máxima de Restrição no ano passado, no qual o objetivo é a diminuição da circulação de caminhões numa área de 70 km² a partir do centro da cidade, gerando, assim, melhoria no tráfego, redução de barulho e menor emissão de CO² no ambiente.

As empresas de transporte de cargas e seus vários clientes nesta área tiveram que pensar, planejar e encontrar uma forma eficiente de enviar e receber os produtos. A solução mais usada é a entrega de mercadorias no período da noite, o que é mais caro do que no período diurno, pois gasta-se com funcionários fazendo hora extra para o recebimento da carga e frete ais caro por parte das transportadoras por terem de fazer as entregas de noite.

Agora chegou a vez do transporte de passageiros fretados enfrentarem esta restrição. Estima-se que 1,3 mil veículos de transporte fretados passam por essa área diariamente, transportando trabalhadores que moram em outras cidades. Essas pessoas passam a depender de taxí, metrô ou onibûs de circulação na cidade para chegar aos seus destinos, pois o onibûs fretado não pode entrar na área restrita.

A prefeitura de São paulo alega que a medida reduzirá o tráfego na área e ajudará para redução de emissão de CO², mas eu discordo neste ponto.

Um onibûs consegue transportar mais de 40 pessoas, isso reduz o número de carros que circulam numa cidade, pois cada pessoa não precisar usar sua condução própria. O que adiantaria retirar um ônibus de circulação e ter 40 carros ou motos a mais circulando na área? Só geraria mais confusão no transito e aumentaria a emissão de CO². E, claro, aumentaria o gasto das pessoas com transporte para irem trabalhar ou estudar.

O transporte coletivo é a melhor solução para resolver os problemas de trânsito e emissão de CO². Uma cidade que investe em transporte público só tem a ganhar e os seus usuários também. Ao invéz de pensarem em restrições, por que não estudam formas de melhorar as linhas de onibûs e as de metrô? Com certeza, todos ganhariam se tivessem o pensamento coletivo.


Gostei da matéria do Portal Terra sobre a restrição do transporte fretado de passageiros, vocês podem conferir clicando aqui.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Bovespa Vai Lançar Programa de TV


A BM&F Bovespa quer captar investidores de uma forma ainda mais agressiva este ano. Com o objetivo de multiplicar por 10 a quantidade de investidores pessoa física ativos no mercado e atingir a marca de 5 milhões em 5 anos, a BM&F Bovespa lançará um programa de TV chamado Educação Financeira, que passará todos os sábados na TV Cultura às 10h15 e terá uma duração de 12 minutos. A estréia do programa será no dia 8 de agosto.

Fonte: ADVFN

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Convite à todos!

Pessoal, convido à todos para visitarem o site http://pobrasil.org/ . O site abordará diversos assuntos relacionados à pesquisa operacional, programação, logística e outras áreas. O site está no seu começo e, em breve, trará muitos artigos e novidades.