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sexta-feira, 26 de março de 2010

Frota brasileira de veículos está poluindo menos

     Brasília - Apesar do crescimento, a frota brasileira (automóveis, veículos comerciais leves, ônibus, caminhões e motocicletas) tem emitido menos gases poluentes nos últimos 18 anos. O nível de monóxido de carbono, por exemplo, que era de 5,5 milhões de toneladas caiu para 2 milhões de toneladas em 2008. Os números são do 1º Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários, lançado hoje (25) no Rio de Janeiro.

     De acordo com o levantamento, os 36 milhões de veículos da frota brasileira são responsáveis por 90% das emissões de gases poluentes e de efeito estufa. No entanto, de acordo com o governo, o impacto tem sido reduzido desde a implantação do Programa de Controle da Poluição por Veículos (Proconve), em 1986.

     Antes do Proconve, os carros podiam emitir até 58 gramas de poluente por quilômetro. Com a regulamentação, esse limite atualmente é de 0,5 gramas por quilômetro. A renovação da frota e a utilização de biocombustíveis, como o etanol, também contribuíram para a redução.

     De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o governo pode anunciar nos próximos meses o aumento da proporção de biodiesel na mistura com o diesel, saindo do atual B5 (5% de biodiesel) para o B10 (10%) ou até B15 (15%).

     O inventário aponta que o transporte individual de passageiros emite 40 vezes mais poluente que o transporte público. Outro alerta do documento é o crescimento do número de motocicletas em circulação no país: em 2008 eram cerca de 9 milhões e devem chegar a 20 milhões em 2020. As motos emitem três vezes mais monóxido de carbono que um carro de passeio.

     O inventário mediu as emissões de monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos não metano, aldeídos, material particulado e emissões evaporativas, além de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono e o metano.

FONTE: Agência Brasil

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

IBG Prevê Parada de Crescimento Populacional em 30 Anos


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em estudo afirmou que em 2050 a taxa de crscimento poupalcional reverterá para baixo, ou seja, o crescimento zero. Segundo o Instituto, seremos, em 2050, 215,3 milhões de brasileiros, estimativa 44% menor do que o relatório divulgado em 2004 pelo IBGE, no qual estimava uma população de 259,7 milhões.

Entre 1950 a 1960 o índice da taxe de crescimento era de 3,1%, reduzindo para 1,05% em 2008. Em 2050 essa taxa estará, segundo o estudo, em -0,291%.

A população do Brasil, em 2039 poderá chegar ao crescimento zero.

Mais detalhes vocês pdoerão encontra em G1


Abraços!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

ALL Incentiva Educação, Culutra e Meio-Ambiente


A ALL desde janeiro deste ano tem programas voltados à cultura, educação e a incetivação de preservar o meio-ambiente. Citando dois, a ALL tem o Vagão do Conhecimento, que fica estacionado em trechos ferroviários próximos a escolas é dividido em laboratório de informática e oficina de reciclagem, passando a importância da inclusão digital e da separação e reaproveitamento de resíduos. O Trem Ambiental leva alunos para uma rápida viagem e, durante o percurso, são ministradas palestras com dicas de como cuidar melhor do planeta.

Mais informações sobre os programas em ALL.

Acho esta iniciativa excelente, ecológica e bem cultural, algo que deveria ser seguido por outras empresas, pois só assim, com a ajuda das empresas privadas, o Brasil terá um grande desenvolvimento.

A notícia está em Intelog.

Até o póximo post!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Relatório Sobre Transporte e Mudança Climática


O TEC - (Total Environment Centre) divulgou o relatório Freight Transport Sector and Climate Change - algo como Setor de Transporte e Mudança Climática - que aponta o índice de redução da emissão de gases poluentes.

Segundo o relatório, a emissão de gases poluente será o doblo em 2020 comparando com 1990. Mas existe uma previsão da taxa de redução da emissão desses gases aumentar de 4.07% para 13.46% até 2020. Essa redução será possível se amientalistas e indústrias trabalharem juntos para obterem resultados mais eficientes e menos poluentes para o funcionamento do setor de transportes.

Empresas que não tomarem providências sobre esse alerta global sofrerá aumento de custos, pois toda sociedade requer políticas que ajudem no combate do aquecimento global, mercado de carbono, a mau imagem da empresa, tudo isso acarreterá em custos para compainhas "inimigas" do ambiente. Enquanto empresas que pesquisam e desenvolvem meios de energia limpa e segura que maximizem a eficiência da organização, estarão seguras contra margens de aumento de custos e sua posição em um mundo controlado por limites de carbono.

A matéria completa em inglês está em Logistics

Abraços!