quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sites sobre logística humanitária


Ontem (12/01/10) um terremoto atingiu o Haiti deixando várias vítimas e danificando toda a estrutura do país. Quando vi a notícia, logo lembrei sobre a logística humanitária. Esse ramo da logística é responsável pelo envio e distribuição, muitas vezes em lugares de difícil acesso, de mantimentos e materiais essenciais para sobrevivência em países que sofreram alguma catástrofe natural ou guerra.

Quero deixar o link de dois sites, ambos em inglês, sobre logística humanitária. O primeiro é Humanitarian Logistics e o outro é Logística Humanitária. Nesses sites tem váris informações sobre logística humanitária, notícias, programação de eventos, treinamentos e formas de ajudar.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Consumidor não terá vantagem com redução de álcool na gasolina, dizem especialistas


A redução da quantidade de álcool misturado à gasolina não deve trazer vantagens para o consumidor, segundo especialistas e sindicatos ligados ao comércio de combustíveis. Independente do veículo ser movido a álcool ou gasolina - e principalmente aqueles que podem receber os dois -, a medida não deve significar alívio no bolso dos motoristas.



Apenas o próprio governo se mostrou confiante em uma redução nos valores do álcool e da gasolina. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou, na segunda-feira, que com a maior quantidade de álcool no mercado, os preços devem cair.



- A gasolina é mais cara. Mas a diferença será tão pequena que, havendo redução no preço do álcool, compensará no caso da mistura. [A gasolina] não vai ficar mais cara. A tendência é ficar mais barata, uma vez que deverá cair o preço do álcool - disse o ministro.



No entanto, as previsões de sindicatos ligados aos postos de combustíveis apontam para o contrário. Para quem tem carro a gasolina, os revendedores alertam para um acréscimo no preço de R$ 0,08 a R$ 0,10 por litro, ou seja, uma alta de até 3,9%, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro-SP). No Rio Grande do Sul, a última vez que o governo adotou essa medida, o preço da gasolina subiu 5%, o que hoje representaria R$ 0,12 a mais no valor do litro.



Se o veículo for movido a álcool, a redução da quantidade de etanol na mistura pode significar uma redução gradual no valor do álcool hidratado, aquele está na bomba do posto. Isso porque com a menor necessidade de álcool anidro (sem água) para ser adicionado à gasolina, é possível se produzir mais álcool hidratado e, portanto, aumentar a oferta. Segundo o governo, hoje o álcool é caro porque há falta de matéria-prima no mercado. Mas essa redução não deve ser sentida de imediato e nem está garantido que ela aconteça, uma vez que não há certeza de que a medida do governo dará resultados práticos.



Para os carros flex, a redução, sozinha, não vai tornar o etanol mais vantajoso que a gasolina, levando em conta a diferença no desempenho do veículo. Continuará valendo mais a pena abastecer com o derivado de petróleo que com o de cana. O efeito mais imediato da medida será, mesmo, afastar a possibilidade de desabastecimento, negado pelo governo, mas admitido entre os sindicatos.


- O papel do pessoal do setor é mesmo negar, mas há indícios de que o risco existe, sim. Liberando álcool anidro é possível oferecer mais hidratado, utilizado pela maioria dos novos carros do país. Como não falta gasolina, talvez seja o mais prudente - analisa Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infra-etrutura (Cbie).



Técnicos do governo, que preferem não se identificar, calculam que, se nenhuma medida for tomada, o preço da gasolina na bomba poderá subir de 2% a 2,5%. Isso porque as distribuidoras terão de comprar mais gasolina do que antes para compensar a falta de álcool anidro na mistura. Assim, o custo total do produto tende a subir, porque a gasolina é mais cara.



- O consumidor precisa se acostumar com o álcool como um combustível sazonal. Entre dezembro e março é entressafra, e o preço sobe - avaliou Alísio Vaz, vice-presidente-executivo do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom).



Na avaliação do executivo, mesmo com a redução na mistura, o preço do álcool continuará subindo nos postos, apenas em ritmo menor.

Fonte: ZERO HORA

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Commodities dominam exportações brasileiras aos EUA


Em vez de aviões, petróleo. Celulares e carros foram substituídos por café e celulose. A pauta exportadora do Brasil para os Estados Unidos sofreu uma reviravolta nos últimos anos. Hoje, mais da metade do que o País vende para o maior mercado do mundo são commodities. Levantamento da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB) apontou que, de janeiro a novembro de 2009, os manufaturados representaram 47% das exportações brasileiras para os EUA. É uma queda significativa em relação aos 67% de 2002, último ano do governo Fernando Henrique.

O cálculo da AEB excluiu itens que sofreram processo industrial, mas são comercializados como commodities, caso do álcool e alguns tipos de aço. Pelo critério do Ministério do Desenvolvimento, os manufaturados representaram 59% das exportações para os EUA de janeiro a novembro. Ainda assim, abaixo dos 75% de 2002. "Esses dados derrubam a tese de que a exportação para os EUA é majoritariamente de manufaturados. É como se o gigantismo americano assustasse o Brasil", disse o vice-presidente da AEB, José Augusto de Castro. Entre 2002 e 2009, as exportações brasileiras avançaram 153%, mas as vendas para os americanos cresceram só 2,3%.


De maneira geral, os manufaturados perderam espaço na exportação, mas para os EUA o problema é mais grave e as empresas brasileiras redirecionaram seus produtos para América Latina e África. Em 2002, 35% dos manufaturados exportados seguiam para os Estados Unidos. De janeiro a novembro de 2009, foram apenas 14%.


A explicação para uma mudança tão expressiva na relação entre o Brasil e seu maior parceiro comercial não é simples. Existem razões conjunturais, como a crise, e estruturais, como real forte e a concorrência chinesa. Soma-se a isso motivos políticos: o fracasso da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) e a falta de foco da política externa nos EUA. Em 2009, as exportações para os EUA caíram 42% e o déficit foi de US$ 4,5 bilhões, o primeiro desde 1999. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Edição em PDF da LogWeb


Pessoal, a edição #94 da revista Logweb já está disponibilizada em pdf para todos. Clique aqui para visualizá-la.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Pós-graduação em Logística Empresarial pela IMAM




O renomado instituto IMAM voltado à logística está oferecendo curso de pós-graduação em logística empresarial. O corpo docente é formado pelos membros do instituo que contam com vasta formação acadêmica e ampla experiência profissional.

Para mais informações sobre o curso, clique no link http://www.cursosimam.com.br/posgraduacaoemlogistica .

Outros cursos ministrados pelo IMAM, siga pelo site http://www.cursosimam.com.br/

Empresário chinês quer investir em Jundiaí, São Paulo

Jundiaí foi uma das cidades que o empresário escolheu para estudar investimentos

A cidade de Jundiaí recebeu a visita do empresário chinês Li Chunyu da Sociedade de Logística Internacional Litong Hengyun. Ele veio até Jundiaí para conhecer a infraestrutura e já diz que pretende voltar em janeiro e fazer um estudo detalhado da cidade para concretizar uma possível parceria de investimento no setor logístico.

A visita do empresário a região provocou um encontro realizado pela ABEPL que reuniu no Paço Municipal 60 empresários do setor de logística e comércio exterior, além de autoridades locais. A empresa de Li Chunyu é conhecida internacionalmente no mercado logístico e promove a movimentação de carga pelos meios aéreo, terrestre e marítimo. O empresário já tem parcerias firmadas com a África do Sul e a Rússia. Li Chunyu vê Jundiaí como um parceiro em potencial e destacou a infraestrutura local, principalmente o fato de a cidade ficar as margens de rodovias como Anhanguera e Bandeirantes.

Li Chunyu ainda destacou que a China vê no Brasil um forte parceiro econômico, e acredita que muitas oportunidades de negócios podem ser geradas, principalmente pelo país ser a sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

Durante esse encontro foi apresentada aos empresários e ao chinês Li Chunyu a Feira Internacional de Logística.2010, realizado pela Adelson Eventos e que acontecerá nos dias 15,16 e 17 de junho no parque Comendador Antonio Carbonari (Parque da Uva) em Jundiaí, São Paulo. Uma grande oportunidade que China tem de consolidar essa parceria e começar a investir na cidade de Jundiaí. Com a Feira Internacional de Logística.2010 os futuros parceiros chineses, além de conhecer a potência logística da região de Jundiaí podem ter a exata dimensão dos empreendimentos e parcerias que podem obter na região. Mais informações sobre a feira podem ser obtidas no site http://www.feiradelogistica.com/

Essa visita de Li Chunyu e o interesse em investir na cidade só consolidam os bons números da economia da região. O IBGE divulgou em dezembro o ranking do PIB de 2007 e Jundiaí subiu da 27º posição para a 23º no ranking nacional de municípios; já no estadual, a cidade que antes era a 11º economia do Estado de São Paulo já é a 9°, ficando atrás somente de São Paulo, Guarulhos, Campinas, São Bernardo do Campo, Barueri, Osasco, Santos e São José dos Campos. Jundiaí teve um salto econômico de 120% no PIB municipal.

A cidade de Louveira, também na região de Jundiaí obteve destaque justamente por causa do crescimento das empresas de transportes, comércios e serviços. A cidade pulou da 28ª para a 19ª posição no ranking do Estado de São Paulo, do ano de 2006 para 2007.

O interesse chinês mais os números do IBGE consolidam a região como um polo logístico nacional. A Feira Internacional de Logística.2010 realizada pela Adelson Eventos vem para somar e para aquecer ainda mais esse mercado promissor que há na região de Jundiaí.


Vivian Lourenço - Assessora de Imprensa (MTB: 57.471)
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sábado, 14 de novembro de 2009

Feira Internacional Logística em 2010 reunirá 15 mil visitantes

Com parcerias internacionais, Jundiaí aguarda por grande evento em 2010

Um grande evento setorizado está programado para o próximo ano em Jundiaí, interior de São Paulo. Trata-se da I Feira Internacional Logística.2010, que reunirá cerca de 90 expositores e público de 15 mil visitantes nos dias 15, 16 e 17 de junho de 2010 no Parque da Uva.

Uma grande estrutura também está sendo preparada: são três pavilhões e toda a área externa do parque, o que resulta em 52.400 m² de feira. Além da exposição de pequenas, médias e grandes empresas, a programação conta com congresso coordenado pela Fundação Getúlio Vargas e Rodada de Negócios, que resultará em intenso networking dos participantes e, conseqüentemente, geração de negócios.

Segundo Adelson Lopes, diretor da empresa Adelson Eventos, responsável pela realização da feira, a visibilidade que a Logística.2010 trará é um ponto muito importante. “Planejamos tudo para a realização de negócios, relacionamento, troca de experiências e tecnologias. E já contamos com parcerias internacionais”, declara.

O apoio no exterior foi consolidado através dos consulados norte-americano e chinês e da Câmara Ítalo-brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura (Italcam), que trouxeram seus representantes oficiais para a apresentação da feira aos empresários no dia 14 de outubro. O prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad, que esteve presente no evento, também apóia a iniciativa e acredita no potencial da feira. “O município tem vocação para este setor e com certeza a Logística.2010 se tornará referência”, afirma.

A cidade, certamente, é mais um ponto positivo para a realização deste grande evento. Segundo Lopes, a localização de Jundiaí é excelente para o setor. “Por aqui passam as rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Também estamos próximos das principais rodovias do estado e dos grandes aeroportos, além do Aeroporto Estadual de Jundiaí e da extensa malha ferroviária”, comenta. Esta localização privilegiada atrai grandes empresas que se instalam na região, como Coca-cola, Pepsi e Siemens e os centros de distribuição da Sadia, Casas Bahia e Magazine Luiza.

Os dados econômicos da região também são positivos e mostram como Jundiaí cresce e se desenvolve: PIB per capita 44% maior que o do Estado de São Paulo e 109% maior que o brasileiro, distrito industrial com mais de 1.000 empresas de variados setores, 25ª economia do país, superando 14 capitais brasileiras, representa 1,4% do PIB do estado e 0,84% da região sudeste, PIB municipal de R$ 11,3 bilhões, 14º lugar no ranking nacional do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e quarta colocada entre todas as cidades de São Paulo.

Para Luciano Rocha, presidente da ABEPL (Associação Brasileira de Empresas e Profissionais da Logística), entidade que está promovendo a Logística.2010, a escolha da cidade mostra certa ousadia e pioneirismo. “Estamos planejando este evento desde 2007. Sabemos que Jundiaí já é considerada pólo logístico no cenário nacional e temos certeza de que a feira fomentará ainda mais os negócios na região”, conclui.

O interesse empresarial confirma: durante a apresentação da feira aos empresários, a reserva de espaços aumentou em 40%. “Ao conhecer o que estamos programando, os representantes das empresas não quiseram esperar e fecharam negócio imediatamente. Eles perceberam a visibilidade que Logística.2010 terá”, assegura Lopes.

Para atingir nível nacional, os organizadores da feira e a operadora CVC firmaram parceria. Quem for de fora da cidade ou do estado de São Paulo, pode contar com uma de suas 10 mil agências para vir ao evento em Jundiaí.

Para receber o grande público e oferecer o melhor conforto também aos expositores, a estrutura contará com amplo estacionamento, segurança, restaurante no parque, auditório para palestras e congresso, posto médico, cooperativa de táxi operando no local, CAEX (Centro de Atendimento ao Expositor), secretaria com profissionais bilíngües e internet wireless.

Mais informações sobre a cidade, local do evento e cadastramento podem ser vistas no portal eletrônico http://www.feiradelogistica.com/